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De maio a julho deste ano, mais de 400 casos de malária foram registrados na área do Rio Urupadi e Marau, no município de Maués, preocupando a Coordenação de Educação Escolar Indígena de Maués, que solicitou a paralisação das aulas no território indígena devido ao grande número de casos.
Diante dessa situação difícil enfrentada pelos povos nativos da região, o DSEI Parintins informou que está intensificando as medidas preventivas da contaminação da doença, com ações de combate nas áreas endêmicas. Um Plano de combate à malária foi elaborado em conjunto com o Município de Maués e o Estado a partir dos primeiros casos que surgiram na região em maio de 2023.
O DSEI/Pin ressaltou que já realizou 2.205 exames na região, sendo 1.805 casos negativos e 400 casos positivos de malária. Foram distribuídos 5.300 medicamentos de cloroquina e 7.500 medicamentos de primaquina.



“Está sendo realizado instalação de mosquiteiro impregnado, busca ativa de sintomáticos e assintomáticos, educação em saúde intradomiciliar com distribuição de material lúdico educativo, identificando as residências e fortalecendo a importância da saúde coletiva no combate ao agravo de saúde pública”, informou a coordenação.
O DSEI Parintins pede o apoio de toda a comunidade para combater o mosquito Aedes aegypti e contribuir com o controle da doença. As atividades são realizadas por toda a equipe do Divisão de Atenção à Saúde Indígena/ Núcleo- 5- Programa de Endemias, em conjunto com os demais setores do Distrito Sanitário Especial Indígena e os órgãos competentes dos municípios. O objetivo é reduzir e quebrar a transmissão nas aldeias do rio Marau e Urupadi, buscando a saúde coletiva no combate a esse grave agravo de saúde pública.
Com informações do Site Parintins Press

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