Parintins realizará 4º Seminário Municipal de Saúde Mental,…
A organização convida toda a comunidade parintinense e acadêmica a participar do seminário e fortalecer a rede de
A organização convida toda a comunidade parintinense e acadêmica a participar do seminário e fortalecer a rede de
A encenação introduz também a figura do invasor branco não como protagonista, mas como contaminação do espaço: uma
Com o tema “Minha terra, meu habitat”, a comissão de frente narrou a história dos posseiros e do
A mensagem aparece sem rodeios, como palavra de ordem: “NÃO É NÃO!” — afirmando que a festa só
A cena levou para o centro da avenida a ideia de território sagrado: cavernas e grutas protegidas pela
A composição cenográfica reforçou a ideia de travessia cultural: do sagrado ao profano, do Japão ancestral à festa
As provas estão previstas para 10 de maio de 2026. A remuneração inicial varia de R$ 4.356,39 a
De acordo com familiares, o músico havia aceitado convite para cantar em uma celebração no município de Nova
Campeão do Carnailha em 2025 e dono de uma das identidades mais populares da festa, o Bloco Carnavalesco Os Piratas chega em 2026 com um enredo que a avenida brinda em coro. Com amarelo e preto, o bloco aposta na irreverência para homenagear a pinga — a cachaça brasileira retratada como personagem central de uma jornada bem-humorada sobre amizade, exageros do carnaval e a “revelação” que a folia provoca quando o povo ocupa a rua sem medo.
A inspiração do tema vem do pós-título de 2025, quando a comunidade recebeu o compositor Jones Sá com um brinde simples, gesto que, segundo o texto, acendeu a ideia de transformar a alegria do encontro em enredo. Em 2026, a cachaça derivada da cana-de-açúcar aparece como a “Pinga” de “mil facetas” — aquela que anima, faz rir, transforma e “solta” o folião mais tímido, sempre com a defesa de que a festa deve seguir com bom humor, respeito e moderação.
Na narrativa, a avenida vira uma espécie de taberna coletiva, onde o brinde é geral e a marchinha conduz uma sequência de personagens caricatos e situações típicas do carnaval: o tímido que se solta, o covarde que cria coragem, o “pobre” que se sente rico e o folião que se revela livre para brincar.


A comissão de frente, formada por 10 dançarinos, abre o desfile traduzindo justamente essas mudanças provocadas pela energia do carnaval. Com figurinos coloridos e movimentos amplos, o grupo encena encontros e “revelações” de forma leve, criando o clima do enredo: com Os Piratas, a avenida é espaço de celebração e diversidade, onde cada um pode brincar sem julgamento.
Outro destaque é a personagem tradicional Capitã dos Sete Mares Cor-de-Rosa, símbolo do bloco e comandante simbólica do navio pirata. Ao lado do “baú do tesouro”, ela representa a condução da festa — e a mensagem de que a diversão caminha junto com responsabilidade.
A Rainha do Bloco surge como a própria Pinga personificada: ousada, calorosa e impossível de ignorar, puxando o público para o ritmo da folia. Já o casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira carrega o pavilhão em gesto de brinde, com figurinos inspirados na cana-de-açúcar, reforçando a raiz popular do tema.
Entre as alas, a Barca Pirata apresenta a cana como “tesouro” do bloco; a Ala do Tururi leva cores fortes e estampa festiva; e a Ala dos Convidados destaca a proposta acolhedora do grupo, com ênfase no público LGBTQIA+, defendendo o direito de “ser, vestir e brincar do jeito que quiser”.


Se o enredo constrói a taberna, o letreiro é o aviso oficial de que o brinde é do povo: quando ele passa, a avenida entende que “ninguém fica de fora”. O ponto culminante é o arrastão, descrito como o grande grito de liberdade do bloco — o momento em que fantasias se misturam, estilos se cruzam e cada folião “se revela do jeito que é”, com leveza e felicidade coletiva.
A marchinha reforça o refrão que deve dominar o circuito: “Empurra, empurra, empurra pinga no folião… que hoje tem revelação!” — transformando a bebida em metáfora carnavalesca para a coragem de rir alto, brincar junto e ocupar Parintins com alegria.

A organização convida toda a comunidade parintinense e acadêmica a participar do seminário e fortalecer a rede de atenção psicossocial do município

A encenação introduz também a figura do invasor branco não como protagonista, mas como contaminação do espaço: uma presença que rompe o equilíbrio e marca a ferida aberta na floresta

Com o tema “Minha terra, meu habitat”, a comissão de frente narrou a história dos posseiros e do progresso do bairro