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A apresentação do bloco Os Metralhas, na chave especial, coloca no coração do Carnailha um tema que nasce do cotidiano e ganha forma de espetáculo: “Levanta poeira com os garis da ilha”. Em vez de mirar personagens distantes, o enredo escolhe quem sustenta a cidade todos os dias — os profissionais da limpeza pública — e os transforma em protagonistas da avenida, com poesia carnavalesca, crítica social e um desfile de forte apelo popular.
A diretoria do bloco define o gari como figura essencial para que a festa exista: quem varre a cidade, “limpa tristezas” e prepara o terreno para a fantasia florescer. O presidente narra que a inspiração também passa por uma memória familiar, ao citar os avós Alzo Muniz e Ana Pereira da Silva, reforçando a ideia de respeito a uma profissão muitas vezes invisível, mas fundamental para o funcionamento da cidade. No delírio do Metralhas, o gari deixa de ser apenas trabalhador: vira artista da avenida, guardião da alegria e símbolo de transformação.


Com o título “Brincando com os garis na avenida”, a comissão de frente abre a narrativa do desfile. Os bailarinos entram caracterizados como garis, com vassouras, carrinhos e utensílios de limpeza, em movimentos repetitivos e pesados, traduzindo a rotina diária. Aos poucos, a cena muda: a dança ganha leveza, o corpo “se solta do chão” e o trabalho se transforma em sonho, acompanhando o verso que guia o sentido do enredo: “Fantasia é acreditar num lindo mundo de magia”. O efeito cênico reforça essa virada: o preto e branco domina o início e, gradualmente, cores vibrantes surgem, encerrando a sequência com a cidade “limpa” e pronta para a festa.
No desenvolvimento do desfile, o bloco mostra que o gari não aparece sozinho. As fantasias seguem uma estética marcada pelo preto e branco, com detalhes coloridos que remetem à alegria e ao sonho, além de elementos que simulam poeira, vento e transformação. A coreografia é aberta, solta e convidativa, reforçando a proposta de reconhecimento coletivo: a comunidade brinca junto, valoriza e celebra. A organização em três alas amplia esse encontro — com ala coreografada, ala dos idosos e ala dos homenageados — e o arrastão do povão se destaca pelo volume de participação, estimado em cerca de 600 brincantes.
O ponto alto visual do Metralhas se concentra no módulo alegórico, descrito como “O reino encantado da limpeza” e materializado como um caminhão coletor de lixo que também carrega o letreiro do bloco. O conceito parte da cidade “antes” e chega à Parintins transformada: colorida, viva e mágica. O carro reúne símbolos do Carnailha — confetes, brilhos, estrelas e vassouras estilizadas — e aposta no impacto técnico: mais de 45 metros de pano Oxford e 85 metros de LED, com brincantes vestidos de garis “coletando” sacos de lixo espalhados pelo circuito, criando uma imagem direta da limpeza como ato de cuidado e de reinvenção.
O samba-enredo sustenta a narrativa com alternância entre emoção, delírio e esperança. A letra insiste no desejo de felicidade coletiva, no afastamento do “pesadelo” e na defesa do sonho como força capaz de transformar. O refrão funciona como assinatura do desfile: “Metralhas o samba chamou / De preto e branco o Carnailha encantou”. O fechamento retoma a ideia central — não acordar do sonho — e resume a proposta: transformar o simples em grandioso, o cotidiano em fantasia e o gari em protagonista do carnaval parintinense.
Ficha técnica e destaques: a apresentação traz coreografia da comissão de frente assinada por Josué Prata, rainha Emily de Souza, e equipe de criação envolvendo Elson da Silva Barros, Jones Sá e Lorival Prestes. O carro alegórico tem assinatura de Reginaldo Tavares (Joquinha) e Elson da Silva Barros.

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