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Entre os dias 26 de janeiro e 7 de fevereiro de 2025, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Exército Brasileiro realizaram a quarta edição da Operação Wahanararai, com foco no combate a crimes ambientais e à proteção do território indígena do Vale do Javari, no Amazonas. A região abriga o maior número de povos indígenas isolados do mundo e sofre constantes invasões de garimpeiros, caçadores e pescadores ilegais.
A ação ocorreu em duas frentes, cobrindo as calhas dos rios Javari/Curuçá e Ituí/Itacoaí, áreas onde invasores representam uma ameaça à segurança dos povos indígenas e ao equilíbrio ambiental. Durante a operação, as equipes apreenderam quatro armas de fogo, quatro embarcações e 11 motosserras, além de 101,63 m³ de madeira extraída ilegalmente. Também foram encontrados diversos animais silvestres capturados ou abatidos ilegalmente, evidenciando o impacto da caça predatória na biodiversidade local.

Segundo o Ibama, a retirada de animais da natureza afeta diretamente o ecossistema e ameaça a sobrevivência das comunidades indígenas que dependem dos recursos naturais de forma sustentável. Para fortalecer a fiscalização e impedir novas invasões, o órgão tem ampliado suas operações em parceria com a Funai, garantindo maior presença do Estado na região.

A organização convida toda a comunidade parintinense e acadêmica a participar do seminário e fortalecer a rede de atenção psicossocial do município

A encenação introduz também a figura do invasor branco não como protagonista, mas como contaminação do espaço: uma presença que rompe o equilíbrio e marca a ferida aberta na floresta

Com o tema “Minha terra, meu habitat”, a comissão de frente narrou a história dos posseiros e do progresso do bairro