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A composição cenográfica reforçou a ideia de travessia cultural: do sagrado ao profano, do Japão ancestral à festa
As provas estão previstas para 10 de maio de 2026. A remuneração inicial varia de R$ 4.356,39 a
De acordo com familiares, o músico havia aceitado convite para cantar em uma celebração no município de Nova
O colombiano Juan Carlos Urriola, de 48 anos, foi solto após ser preso com 1,2 tonelada de drogas em Santa Isabel do Rio Negro, no interior do Amazonas. A justificativa para sua libertação foi a ausência de antecedentes criminais, mas uma investigação revelou que ele já havia sido condenado por tráfico de drogas em 2015 e estava foragido da Justiça.
Após a prisão, Urriola foi levado a Manaus e passou por audiência no Fórum Henoch Reis. O Ministério Público argumentou que a grande quantidade de drogas indicava um esquema profissional e que, sem residência fixa no Brasil, ele representava risco de fuga. No entanto, o juiz Túlio de Oliveira Dorinho negou o pedido de prisão preventiva e determinou sua soltura.
Uma apuração revelou que Urriola já havia sido condenado a seis anos, três meses e 25 dias de reclusão pela Justiça Federal do Amazonas, após ser preso com 750 kg de skunk em Manaus, próximo ao Porto da Ceasa. Seu processo transitou em julgado em 2021 e foi finalizado no ano passado. Com a nova descoberta, a Justiça Federal emitiu um novo mandado de prisão contra ele.
Diante da repercussão do caso, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) afastou o juiz Túlio de Oliveira Dorinho de suas funções. A Corregedoria-Geral de Justiça confirmou a decisão na segunda-feira (3) e instaurou um procedimento para apurar o caso, que tramita em segredo de Justiça. O afastamento é por tempo indeterminado, até a conclusão das investigações.
Agora, autoridades buscam recapturar Urriola, que segue foragido.

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