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Idealizado pela professora Cristiana Butel, o projeto é fruto de um trabalho minucioso de pesquisa e produção realizado por Carlos Sishan e Mateus Uchôa, Edyellem Souza e Larissa Dantas. Longe de ser uma tradução simples, o projeto busca a equivalência emocional entre o som e o sinal.
De acordo com Carlos Sishan: “A tradução da marchinha em Libras começa no momento em que recebemos a letra. Entramos em um processo profundo de pesquisa de terminologias e estudo de contexto para escolher os sinais mais adequados. Como a Libras é uma língua de modalidade visuomotora, nosso objetivo é garantir que a pessoa surda tenha o mesmo impacto que os ouvintes sentem ao ouvir a música.”
Nesta edição, o coração do projeto bate no ritmo da expressividade de Edyellem Souza. Mulher trans e surda, Edyellem não apenas interpretou a obra, mas participou ativamente de todo o processo de pesquisa e revisão.
A produção utilizou a técnica de interpretação feed, onde Edyellem atua diretamente para a câmera com suporte técnico nos bastidores, unindo elementos semióticos e visuais que transformam os sinais em uma verdadeira melodia visual.
O “Mãos na Folia: Sinais que Cantam no Carnailha” já se estabeleceu como um projeto duradouro do Bloco Lagarto Salgado. Ele nasce de um compromisso genuíno com a acessibilidade, mostrando que, no Carnaval da Ilha, a inclusão não é apenas um detalhe, mas a própria essência da folia. Como define a equipe: “Tudo foi feito com muito carinho para que a alegria chegue a todos os olhos e corações”.
Idealizadora do Projeto: Cristiana Butel e Bloco Lagarto Salgado.
Interpretes: Mateus Uchôa & Edyellem Souza.
Marchinha: O traficante chegou
Composição: Davizinho Assayag e Inaldo Medeiros.
Voz: David Assayag
Composição de Tradução: Mateus Uchôa, Carlos Sishan, Edyellem Souza e Larissa Dantas.
Revisão para Libras: Edyellem Souza.
Direção Geral: Carlos Sishan.
Assistente de Produção: Jéssica Santarém.
Edição e Filmagem: Carlos Sishan

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