Parintins realizará 4º Seminário Municipal de Saúde Mental,…
A organização convida toda a comunidade parintinense e acadêmica a participar do seminário e fortalecer a rede de
A organização convida toda a comunidade parintinense e acadêmica a participar do seminário e fortalecer a rede de
A encenação introduz também a figura do invasor branco não como protagonista, mas como contaminação do espaço: uma
Com o tema “Minha terra, meu habitat”, a comissão de frente narrou a história dos posseiros e do
A mensagem aparece sem rodeios, como palavra de ordem: “NÃO É NÃO!” — afirmando que a festa só
A cena levou para o centro da avenida a ideia de território sagrado: cavernas e grutas protegidas pela
A composição cenográfica reforçou a ideia de travessia cultural: do sagrado ao profano, do Japão ancestral à festa
As provas estão previstas para 10 de maio de 2026. A remuneração inicial varia de R$ 4.356,39 a
De acordo com familiares, o músico havia aceitado convite para cantar em uma celebração no município de Nova
Fundado em 8 de março de 1997, o Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Invasão na Folia, integrante da chave “B” dos Blocos Irreverentes, prepara mais uma participação no Circuito Carnailha com a promessa de unir humor, crítica social e celebração da diversidade. Atualmente presidido por Éferson Soares Cruz, o bloco reúne brincantes de bairros formados a partir da década de 1990, como Itaúna I e II, Paulo Corrêa, União, Castanheira e Teixeirão, além de áreas adjacentes.
A história do Invasão na Folia se mistura com o crescimento urbano de Parintins nos anos 90, quando famílias da cidade e de comunidades próximas ocuparam novas áreas e formaram bairros como o Itaúna II. Foi nesse contexto que, em 1997, moradores fantasiados decidiram brincar carnaval na rua Boulevard 14 de Maio. Na época, os grupos ainda eram conhecidos como “blocos de sujo”, mas já carregavam marcas que se consolidariam nos Irreverentes: fantasias ousadas e brincantes transvestidos, em tom de irreverência e liberdade.
No desfile daquela noite, uma regra imposta pelos organizadores limitava a entrada a 100 pessoas por bloco. A multidão, no entanto, não recuou. Com a chegada de mais foliões e a vontade coletiva de permanecer na festa, o grupo acabou rompendo a barreira e “invadiu” o circuito, formando um dos maiores arrastões registrados naquele momento. Da situação nasceu a identidade do bloco: Invasão na Folia, uma expressão que passou a representar o “bloco do povão”, com temas que brincam com personalidades locais e exaltam a energia popular.
O Invasão na Folia tem como símbolo a borboleta, associada à ideia de transformação e liberdade, representando também a luta contra o preconceito. Em 2026, o bloco reafirma esse discurso ao se apresentar como parte de um Carnailha que se consolida como espaço de inclusão e visibilidade para diferentes identidades, destacando Parintins como “Ilha da Magia” pela força cultural e pelo encantamento que a festa desperta.
Para o Carnailha 2026, o bloco leva o tema “XÊ-GAY!!!”, tratado como uma expressão carnavalesca de chegada, presença e atitude — o folião que “chega chegando”, “rouba a cena” e “vai causar” no circuito. O enredo também apresenta a figura simbólica da “inimiga”, entendida como as influências negativas e preconceitos que tentam apagar o brilho de quem só quer existir com liberdade.
A direção do Invasão na Folia afirma que a proposta é manter o humor sem reforçar ofensas, destacando a preocupação com a adequação da linguagem, especialmente na marchinha, para que a festa seja “para todos” — jovens, adultos, crianças e idosos. A ficha técnica confirma a condução do desfile com comissão carnavalesca, intérprete, artistas e a rainha Kevillyn Barbosa, de 22 anos, moradora da Vila Amazônia, representando a força da diversidade também vinda da zona rural.
Com a marchinha “XÊ-GAY” e um desfile estruturado em alas e segmentos, o Invasão na Folia chega ao Carnailha 2026 reforçando sua origem comunitária e sua principal assinatura: ocupar a avenida com alegria, irreverência e o recado de que a folia também é lugar de respeito e pertencimento.

A organização convida toda a comunidade parintinense e acadêmica a participar do seminário e fortalecer a rede de atenção psicossocial do município

A encenação introduz também a figura do invasor branco não como protagonista, mas como contaminação do espaço: uma presença que rompe o equilíbrio e marca a ferida aberta na floresta

Com o tema “Minha terra, meu habitat”, a comissão de frente narrou a história dos posseiros e do progresso do bairro