Mesmo impactadas, florestas primárias ainda são principal fonte…
Queimadas e corte seletivo afetam profundamente a variedade de espécies, funções ecológicas e linhagens evolutivas; ainda assim, são
Queimadas e corte seletivo afetam profundamente a variedade de espécies, funções ecológicas e linhagens evolutivas; ainda assim, são
Grupo da USP produz nanopartículas de cristal líquido com moléculas terapêuticas para reduzir inflamação em doenças como psoríase
No próximo dia 14 de junho, acontece em Parintins o lançamento do Guia Rápido para Municípios – Orientações
SEDEMA fortalece educação ambiental em ação conjunta com UFAM e PROEBOM A Prefeitura de Parintins, por meio da
Na vanguarda das ações que unem a grandiosidade cultural à responsabilidade social, o Boi Caprichoso abriu as portas
Material reúne roteiros, alegorias, figurinos e fundamentações que darão vida ao espetáculo “Parintins: Portal do Encantamento” nas três
Bumbá participou de 18 audiências na Vara do Trabalho de Parintins e firmou 15 acordos trabalhistas que somam
O episódio ocorreu no Estádio Carlos Zamith e levou à paralisação temporária da partida, após a arbitragem acionar
Nos últimos dias, um espetáculo astronômico tem chamado a atenção de observadores e cientistas: um verdadeiro “desfile de planetas” pode ser visto no céu. Segundo o Observatório Nacional, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e, a partir desta sexta-feira (28), Mercúrio, estarão visíveis em um fenômeno conhecido como conjunção planetária.
Três desses planetas – Marte, Vênus e Júpiter – podem ser facilmente vistos a olho nu, enquanto os demais exigem equipamentos para observação. Apesar de não ser um fenômeno raro, é uma ótima oportunidade para quem deseja contemplar os astros e se conectar com o universo.
De acordo com o astrofísico Ricardo Ogando, do Observatório Nacional, a melhor maneira de visualizar os planetas é encontrar um local seguro e com uma visão desobstruída do horizonte oeste, onde o Sol se põe. A recomendação é simplesmente deitar e observar o céu.
“O céu começa a escurecer e você consegue ver bem Vênus. Depois, um pouco mais acima, Júpiter e Marte. Além disso, a Lua estará presente, o que aumenta a beleza do espetáculo”, explica Ogando.
Mercúrio também aparecerá por alguns momentos, mas será mais difícil de ser avistado por estar muito próximo ao Sol. Já Urano e Netuno, devido à grande distância da Terra, refletem pouca luz e só podem ser observados com telescópios.
Para diferenciar os planetas das estrelas, uma dica do astrônomo Thiago Gonçalves, diretor do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é observar se o brilho é estável.
“Estrelas cintilam devido à luz atravessando a atmosfera da Terra. Os planetas, por estarem mais próximos, não piscam”, esclarece Gonçalves.
Além da observação a olho nu, aplicativos de astronomia podem ajudar na identificação dos planetas, tornando a experiência ainda mais rica.
Embora o fenômeno seja popularmente chamado de “alinhamento planetário”, o termo correto é conjunção, explica o Observatório Nacional. Os planetas não estão realmente alinhados em uma linha reta no espaço, mas sim aparentam estar próximos uns dos outros no céu noturno quando vistos da Terra.
“Todos eles estão mais ou menos na mesma direção, então conseguimos vê-los ao mesmo tempo. Mas é um arco no céu, não uma linha reta”, explica Gonçalves.
O fenômeno não é incomum e deve se repetir ainda este ano. Entre 12 e 20 de agosto, antes do nascer do Sol, será possível ver Mercúrio, Vênus, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno no céu ao mesmo tempo.
Apesar da beleza do fenômeno, algumas informações equivocadas vêm sendo compartilhadas nas redes sociais. Uma delas é a de que esse tipo de conjunção seria extremamente raro, o que não é verdade.
“Já vi gente dizendo que isso só acontece a cada trilhão de anos, o que não faz sentido. O universo tem 13,7 bilhões de anos”, ironiza Ogando.
Outra teoria falsa é a de que o alinhamento planetário poderia causar terremotos ou mudanças climáticas na Terra por conta da gravidade dos planetas. Segundo os astrônomos, isso não tem embasamento científico, pois a influência gravitacional dos planetas sobre a Terra é mínima.
A Terra faz parte do Sistema Solar, onde oito planetas orbitam ao redor do Sol: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Os quatro primeiros são planetas rochosos, enquanto os demais são gigantes gasosos.
Júpiter, o maior planeta do sistema, leva cerca de 12 anos para dar uma volta ao redor do Sol. Já Netuno, o mais distante, completa sua órbita em impressionantes 165 anos terrestres.
Independentemente do nome ou da frequência do fenômeno, a conjunção planetária é uma excelente oportunidade para admirar o céu e se maravilhar com a imensidão do universo. Quem perdeu a chance agora, pode se preparar para agosto e continuar de olho no céu!
Com informações da Agência Brasil.

Queimadas e corte seletivo afetam profundamente a variedade de espécies, funções ecológicas e linhagens evolutivas; ainda assim, são mais ricas do que as regeneradas após

Grupo da USP produz nanopartículas de cristal líquido com moléculas terapêuticas para reduzir inflamação em doenças como psoríase e vitiligo; avanços foram apresentados na FAPESP

No próximo dia 14 de junho, acontece em Parintins o lançamento do Guia Rápido para Municípios – Orientações Práticas para Proteção de Crianças e Adolescentes